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Rodrigo Rollemberg

Nome: Rodrigo Sobral Rollemberg
UF: DF
Aniversário 13/07/1959
Profissão: Formado em História pela Universidade de Brasília (UnB) e Analista Legislativo do Senado Federal
Telefone: (61) 3961-4415
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Biografia:

Rodrigo Rollemberg é filho de Teresa Sobral Rollemberg e do ex-ministro e ex-deputado federal Armando Leite Rollemberg. É casado com Márcia e pai de três filhos: Gabriela, Ícaro e Pedro Ivo. De uma família de 14 irmãos, chegou a Brasília em 1960. Formado em História pela Universidade de Brasília (UnB), iniciou a atividade política no movimento estudantil, participando ativamente do processo de reconstrução da UNE. É filiado ao PSB, seu único partido, desde 1985.

Foi duas vezes deputado distrital (1995 a 1996 e de 1999 a 2002), secretário de Turismo (janeiro de 1996 a abril de 1998), candidato a governador (2002), secretário de Inclusão Social do Ministério de Ciência e Tecnologia (2004 a 2006), deputado federal (2007 a 2010) e senador (2011 a 2014). É o atual governador do Distrito Federal, eleito com 812.036 votos, em 2014.

Como deputado distrital, combateu com rigor a grilagem de terras públicas e a ocupação desordenada do solo. Liderou a implantação do Comitê de Bacia do Lago Paranoá e foi o autor do projeto que originou a Lei das Águas do DF.

Na Secretaria de Turismo, Lazer e Juventude, no governo Cristovam, deu início ao Projeto Orla, fez a recuperação de vários monumentos, como o Catetinho e a Igrejinha da 107 Sul; regularizou a área do Camping; criou o Heliporto; construiu o Albergue da Juventude; e abriu os monumentos à visitação pública, transformando Brasília num centro de eventos.

Na Secretaria de C&T para Inclusão Social do MCT, Rollemberg empreendeu diversas iniciativas. Em sua gestão, foi criada a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) e desenvolvidos projetos estratégicos de apoio à difusão e à popularização da ciência, como a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, Incubadora Social e Solidária, Centros Vocacionais Tecnológicos, Arranjos Produtivos Locais, e Extensão Tecnológica.

Ainda apoiou dezenas de grupos de produção de bordado, costura e artesanato e ajudou a formatar a Rede de Tecnologias Sociais, onde centenas de instituições públicas e privadas trabalhavam, em conjunto, tecnologias voltadas para a inclusão social. Em seu primeiro mandato no Congresso Nacional, foi líder do PSB na Câmara dos Deputados durante dois anos, coordenou a bancada de deputados e senadores do DF e presidiu a comissão do Fundo Social do Pré-Sal, entre várias outras ações.

Em 2011, quando assumiu o cargo de Senador, coordenou a bancada de deputados e senadores do DF. Durante os dois primeiros anos, presidiu a Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle e apresentou substitutivo ao Projeto de Lei nº 74/2010, que criou a Lei Geral dos Concursos Públicos.

Foi autor da proposta de emenda à Constituição que diminui o número de assinaturas necessárias para a apresentação de projetos de lei de iniciativa popular e relator da Lei das ONGs, que regula as parcerias de entes públicos com o chamado terceiro setor (entidades privadas sem fins lucrativos). Em 2013, projeto de sua autoria que estabelece diretrizes para a Política Nacional de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta foi transformado na Lei 12.805. A norma legal incentiva a produtividade no meio rural e, ao mesmo tempo, estimula a educação ambiental e a preservação do meio ambiente.

Por oito vezes consecutivas (2007 a 2014), Rollemberg foi indicado pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) como um dos 100 parlamentares mais influentes do Congresso Nacional. Os organizadores do Prêmio Congresso em Foco, que avalia todos os anos “os melhores políticos do Congresso Nacional”, recomendaram por seis vezes (2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013) o atual governador do DF para receber a honraria.

No Governo do Distrito Federal, trabalha desde o primeiro dia por um governo comprometido com os interesses da população e marcado pela austeridade, transparência, diálogo, ética e honestidade. Defende uma gestão baseada na estipulação de metas e no acompanhamento de resultados, evitando o desperdício e o mau gasto do dinheiro público.

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