A deputada federal Tabata Amaral (SP) definiu a aliança entre o vice-presidente Geraldo Alckmin e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como um símbolo de união em defesa da democracia. Nesta quarta-feira (29), durante o congresso eleitoral do partido, em Brasília, ao relembrar que os dois estiveram em lados opostos na eleição de 2006, ela afirmou que, anos depois, “quando o Brasil esteve a um passo de perder a sua democracia, aqueles dois adversários apertaram as mãos”.
Segundo Tabata, “naquele gesto, Lula e Alckmin ensinaram ao país o que é grandeza. Sem abandonar suas convicções, colocaram-se a serviço de algo maior: o Brasil”.
Ao defender a composição presidencial, Tabata disse que o PSB referenda “Lula e Alckmin como nossa chapa para a Presidência da República”. Ela definiu a dupla como “uma aliança reunindo diferentes trajetórias” e afirmou que o projeto representa “um país soberano, democrático e capaz de crescer sem deixar ninguém para trás”. Para a deputada, a união entre os dois líderes demonstra que “é possível construir um projeto coletivo”.
Tabata também voltou-se à participação feminina na política e apresentou a meta do PSB para ampliar a representação das mulheres. “No PSB, acreditamos que mais mulheres na política não é uma exigência burocrática. É uma necessidade”, afirmou. Em seguida, anunciou a criação do programa Lidera 40 e o compromisso de “construirmos uma bancada federal com 40% de mulheres eleitas”, classificando a iniciativa como o primeiro passo de um compromisso de longo prazo do partido com a participação feminina.




