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A candidata do PSB ao Senado por São Paulo, Simone Tebet, defendeu que as Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs) funcionem 24 horas todos os dias. A fala foi feita durante uma entrevista para a TV TEM, que está ouvindo os candidatos ao Senado mais bem colocados na pesquisa Quaest de intenções de voto.
Tebet apresentou a violência contra a mulher como uma das prioridades e destacou os altos índices de feminicídio em São Paulo.
“Segurança pública, sem dúvida nenhuma [é uma das prioridades], especialmente a violência contra a mulher, com delegacias especializadas e abertas 24 horas por dia, sete dias por semana e com recurso federal, se o governo do estado não tiver. Eu não posso admitir que o país, especialmente São Paulo, tenha um dos maiores índices de feminicídio”, disse.
A candidata também foi questionada sobre economia e a continuidade de competitividade das cadeias produtivas locais. Simone Tebet declarou que a reforma tributária vai diminuir a carga de tributos e que os centros tecnológicos do estado podem ser utilizados para profissionalizar jovens para o mercado. “É importante aprimorar e colocar mais jovens se profissionalizando, para que possam ter produtividade e entrar na indústria”.
A candidata também destacou que irá trabalhar por mais investimentos para a regionalização da saúde com a ampliação dos atendimentos de média e alta complexidade.
“A pauta da regionalização da saúde está entre as prioridades e o que nós precisamos é cortar em 50% as emendas parlamentares e fazer com que esses recursos cheguem na mãos os prefeitos para equipar todos os hospitais, Santas Casas e hospitais regionais com esses equipamentos necessários para fazer os atendimentos de média e alta complexidade nos locais ou, no máximo, a 20 ou 30 quilômetros de distância”, frisou.
Segundo Tebet, o corte dessas emendas parlamentares traria um investimento de cerca de R$ 30 bilhões aos municípios.
Por fim, falou sobre a melhora da infraestrutura estadual e defendeu a realização de investimentos em hidrovias para o escoamento da produção. “É um transporte barato, seguro e ecologicamente considerado compatível”, finalizou.



