O senador Flávio Arns (PSB/PR) comemorou, nesta segunda-feira (28/7), a informação divulgada pela agência da ONU para Alimentação e Agricultura de que o Brasil não está mais no Mapa da Fome.
Arns atribuiu a melhora nos indicadores aos bons resultados de políticas públicas.
“Temos que estar felizes como brasileiros e como nação que o Brasil tenha saído do Mapa da Fome. Graças a políticas públicas: salário mínimo, bolsa família, BPC, políticas públicas que contribuem para a estabilidade da família, como ter um lar, uma residência. Tudo isso contribuiu, é um esforço de todos nós, governo federal, estadual, municipal e sociedade.”
O Brasil já havia deixado o Mapa da Fome uma vez, em 2014, mas em 2020, durante o governo Bolsonaro, a ONU recolocou o país na lista. Mas cerca de 35 milhões de pessoas no Brasil ainda estão em situação de insegurança alimentar, também de acordo com a ONU. Isso quer dizer que elas não têm acesso seguro e regular a alimentos de qualidade e em quantidade suficiente. Para o senador Flávio Arns, dar o passo seguinte no combate à pobreza depende de um esforço conjunto de vários setores da sociedade.
“Esse trabalho articulado, decisivo, é essencial para que as pessoas que precisem do bolsa família de fato tenham esse e outros auxílios, quando necessário, assim como acontece em países desenvolvidos, mas, ao mesmo tempo, que tenham oportunidade de sair, de serem protagonistas de sua história, através de um apoio articulado das indústrias, do comércio, do turismo. E os exemplos têm mostrado que isso é possível.”
Segundo o relatório da ONU, cerca de 8,2% da população global pode ter enfrentado fome em 2024, número menor que os 8,7% em 2022.
Assessoria de Comunicação/PSB Nacional






